# GUERRA CONJUGAL

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- Book: [GUERRA CONJUGAL](https://www.bookquiver.com/dalton-trevisan/pt/guerra-conjugal) ([GUERRA CONJUGAL.md](https://www.bookquiver.com/dalton-trevisan/pt/guerra-conjugal.md))
- Authors: [Dalton Trevisan](https://www.bookquiver.com/dalton-trevisan)
- Publisher: relogio_dagua
- ISBN: 978-98-9641-317-0
- Pages: 144
- Language: pt_PT
- Binding: Softcover

## Description

« E para nos dar esta Curitiba povoada por estes curitibanos tragicómicos, a um pelo do pícaro, Dalton Trevisan foi-se à eloquência e cravou-lhe a faca. Ironia, elipse, nenhuma cedência ao romantismo nem ao realismo mágico, aí estão outras armas brancas do escritor, afiadas à secretária-mesa-de-cela-monacal.» Fernando Assis Pacheco, Prefácio a Cemitério de Elefantes, 1984 « Provavelmente o maior contista brasileiro do século xx.» Abel Barros Baptista « Dalton Trevisan (…) pertence ao movimento de total renovação que transformou a literatura latino-americana, até recentemente considerada marginal e provinciana, numa das mais experimentais da atualidade. Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam “fantasias de conduta”.» E. Rodríguez Monegal, The New York Times Book Review «… as suas curtas e irónicas epifanias atingem a revelação das elípticas personagens de Maupassant e Tchékhov.» Bruce Allen, Library Journal « Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes.» Thomas Lask, The New York Times « A reação que se tem ao ler Trevisan é uma espécie de raiva. Raiva da perfeição da discrição do autor, da sua absoluta invisibilidade moral, quando sabemos que ele deve estar à espreita, escondido atrás do seu estilo.» Michael Wood, The New York Times Book Review « Todas essas histórias sugerem que Curitiba, ao lado da Macondo de Gabriel García Márquez, deverá em breve surgir nos mapas dos norte-americanos que admiram a arte narrativa da América Latina.» Alan Cheuse, Los Angeles Times