# Novas Fases da Lua. Diário (2017

Canonical: https://www.bookquiver.com/joao-de-melo/pt/novas-fases-da-lua-diario-2017/9789722086332

JSON version (same data): https://www.bookquiver.com/joao-de-melo/pt/novas-fases-da-lua-diario-2017/9789722086332.json

![Novas Fases da Lua. Diário (2017](https://quivercdn.com/covers/dom-quixote/joao-de-melo/novas-fases-da-lua-diario-2017_978-97-2208-633-2-72b42327.webp?v=2026-10-20%2022%3A17%3A58)

- Book: [Novas Fases da Lua. Diário (2017](https://www.bookquiver.com/joao-de-melo/pt/novas-fases-da-lua-diario-2017) ([Novas Fases da Lua. Diário (2017.md](https://www.bookquiver.com/joao-de-melo/pt/novas-fases-da-lua-diario-2017.md))
- Authors: [João de Melo](https://www.bookquiver.com/joao-de-melo)
- Publisher: Dom Quixote
- Medium: ebook
- ISBN: 978-97-2208-633-2
- Published: 2025-09-16
- Language: pt_PT
- Binding: E-book

## Description

O diário, enquanto género literário, é uma revelação dos silêncios, segredos e mistérios do escritor perante o tempo e o mundo. Exige-lhe disciplina, persistência e sobretudo coragem, e mais ainda consciência do risco na sua publicação. Nele se revelam não o quotidiano íntimo de quem o escreve, mas os seus modos de ver e opinar sobre si mesmo e sobre os outros; o pensamento social, cultural e político que a realidade lhe oferece. Ninguém deve ser neutro nem silencioso perante o coletivo; muito menos o escritor o será. Nestas Novas Fases da Lua, todos os caminhos temáticos são transitáveis. João de Melo entra e sai de tudo o que se lhe oferece registar: as tragédias e lástimas do mundo (guerras, prepotências, injustiças de toda a ordem), e também os seus contrários: a fraternidade humana como ideologia, ética, criação, arte e literatura. Esses os temas, motivos, entradas e saídas do presente diário, cuja amplitude temporal cobre o período de 2017 a 2024. O elemento aglutinador deste acervo de escrita, reside, obviamente, na já conhecida linguagem do autor. O leitor é aqui confrontado com a sua expressão sentimental, ideológica, literária e pessoal. Recorrendo a um velho princípio da sabedoria, também nada do que é humano lhe é estranho.