# As Benevolentes

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- Book: [As Benevolentes](https://www.bookquiver.com/jonathan-littell/pt/as-benevolentes) ([As Benevolentes.md](https://www.bookquiver.com/jonathan-littell/pt/as-benevolentes.md))
- Authors: [Jonathan Littell](https://www.bookquiver.com/jonathan-littell)
- Publisher: alfaguara
- Translated by: André Telles
- ISBN: 978-85-6028-123-7
- Pages: 912
- Published: 2007-09-03
- Language: pt_BR
- Binding: Softcover

## Description

Um ex-oficial nazista se reinventa anos após a guerra. Um intelectual versado em literatura e filosofia esconde um passado sombrio e monstruoso. As Benevolentes coloca um espelho frente à humanidade, e o leitor não consegue se desviar de seu reflexo. Neste épico histórico, Eichmann, Himmler, Heydrich — até o próprio Hitler — desempenham papel fundamental. Considerado pela crítica o " novo Guerra e Paz ", As Benevolentes tornou-se fenômeno de vendas e já é visto como um clássico da literatura contemporânea. Para se ter ideia da repercussão da obra na França, Jonathan Littell chegou a ser comparado a Tolstói pelo jornal Le Monde . Profundo e arrebatador, As Benevolentes trata dos horrores da Segunda Guerra Mundial sob a ótica do carrasco. São as memórias de Maximilien Aue, jovem alemão de origem francesa que, como oficial nazista, participa de momentos sombrios da recente história mundial: da execução dos judeus, as batalhas no front de Stalingrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Aue, no entanto, não tem somente lembranças de guerra. Vivendo anonimamente na França, onde administra uma tecelagem, ele se recorda também de sua deturpada relação com a família. Seu relato compõe um livro impressionante, assombrado tanto por sua fria meticulosidade quanto por seu delírio insano. Através dos olhos de Aue, o leitor é levado a vislumbrar o mal de uma forma jamais imaginada. Prêmio da Academia Francesa 2006 Prêmio Goncourt 2006 “Apaixonante, provocador, este livro é uma revelação literária.” — Le Figaro “É romance extraordinário pelo que existe nele de certo e verdadeiro.” — Mario Vargas Llosa