# Balada de amor ao vento

Canonical: https://www.bookquiver.com/paulina-chiziane/pt/balada-de-amor-ao-vento/9786559211555

JSON version (same data): https://www.bookquiver.com/paulina-chiziane/pt/balada-de-amor-ao-vento/9786559211555.json

![Balada de amor ao vento](https://quivercdn.com/covers/companhia-das-letras/paulina-chiziane/balada-de-amor-ao-vento_978-65-5921-155-5-021448e8.webp?v=2026-10-20%2001%3A28%3A02)

- Book: [Balada de Amor ao vento](https://www.bookquiver.com/paulina-chiziane/pt/balada-de-amor-ao-vento) ([Balada de Amor ao vento.md](https://www.bookquiver.com/paulina-chiziane/pt/balada-de-amor-ao-vento.md))
- Authors: [Paulina Chiziane](https://www.bookquiver.com/paulina-chiziane)
- Publisher: Companhia das Letras
- ISBN: 978-65-5921-155-5
- Pages: 176
- Published: 2022-12-13
- Language: pt_BR
- Binding: Softcover

## Description

Primeiro romance de Paulina Chiziane, este livro conta a história de amor de Sarnau e Mwando e traz a semente do que viria a ser o clássico Niketche . Leitura obrigatória do vestibular da Fuvest. “Com a poligamia, com a monogamia ou mesmo solitária, a vida da mulher é sempre dura.” Balada de amor ao vento é uma obra pioneira. Não apenas por ser a estreia de Paulina Chiziane na prosa longa e o primeiro romance publicado por uma mulher em Moçambique, mas também por trazer a semente do que a autora viria a construir em Niketche . “Tudo começa no dia mais bonito do mundo”, quando Sarnau vê Mwando pela primeira vez. Ela se apaixona de corpo e alma, ele a abandona. Ela luta para sobreviver à solidão, ele retorna — antes de partir mais uma vez. Eles se envolvem em uma história de amor que tem a relva como cenário e o vento como melodia, mas uma herança conservadora entre os dois. Em um relato poético e quase espiritual de Sarnau, acompanhamos os encontros e desencontros, as escolhas e as renúncias, o desamparo e o privilégio de uma sociedade onde certas tradições afetam diretamente a autonomia da mulher e sua sobrevivência. “Em Balada de amor ao vento , Paulina Chiziane escreve o amor que é devorado por feitiços destruidores e disputado pela inveja e pela solidão que nascem da poligamia. O amor das mulheres que são submetidas aos homens e que não sabem delimitar sentimentos.” — Jarid Arraes