{
  "type": "edition",
  "site": {
    "name": "The Book Quiver",
    "language": "en-US",
    "url": "https://www.bookquiver.com"
  },
  "formats": "Every page has two versions with the same data: JSON (the page address + .json) and markdown (the page address + .md). Append .json or .md to any `url` in this document.",
  "title": "Jakob Von Gunten",
  "subtitle": null,
  "url": "https://www.bookquiver.com/robert-walser/pt/jakob-von-gunten/9788535918205",
  "publisher": "Companhia das Letras",
  "translators": [
    "Sérgio Tellaroli"
  ],
  "medium": "paper",
  "duration_seconds": null,
  "narrators": [],
  "isbn": "978-85-3591-820-5",
  "pages": 152,
  "published": "2011-03-30",
  "language": "pt_BR",
  "cover": "https://quivercdn.com/covers/companhia-das-letras/robert-walser/jakob-von-gunten_978-85-3591-820-5-64f08047.webp?v=2026-10-20%2003%3A02%3A16",
  "json": "https://www.bookquiver.com/robert-walser/pt/jakob-von-gunten/9788535918205.json",
  "markdown": "https://www.bookquiver.com/robert-walser/pt/jakob-von-gunten/9788535918205.md",
  "binding": "Softcover",
  "description": "Por mais de meio século, o nome de Robert Walser esteve mais ligado à obra de Franz Kafka que à sua própria. A partir de 1913, quando o escritor tcheco lançou seu primeiro livro, Contemplação, diversas resenhas compararam sua prosa à do já então conceituado autor suíço. O austríaco Robert Musil foi dos primeiros a estabelecer esse vínculo. Para ele, a prosa curta kafkiana mais parecia “um caso particular do tipo Walser”. A comparação perduraria por décadas e acabaria, inadvertidamente, por ocultar o gênio de Walser sob a sombra avassaladora de Kafka. Além de identificar certo parentesco entre a obra dos dois escritores, a resenha de Musil inaugurou uma extensa galeria de ilustres admiradores confessos do escritor suíço. Para citar apenas alguns, ela inclui Thomas Mann e Elias Canetti, Walter Benjamin e Susan Sontag, W. G. Sebald e J. M. Coetzee, além, é claro, do próprio Franz Kafka. Composto sob a forma de diário, e publicado em 1909, o relato da trajetória do jovem de origem supostamente nobre que ingressa no Instituto Benjamenta para aprender a servir é, hoje, considerado uma das obras-primas da literatura ocidental. Walser escreveu-o ao longo de 1908, em Berlim, onde, três anos antes, chegara a frequentar ele próprio instituição semelhante. Recheado de elementos autobiográficos, o diário de Jakob von Gunten descreve seu relacionamento conflituoso com o colega Kraus, modelo absoluto de humildade e subserviência, e com os misteriosos proprietários da instituição educacional: o diretor e sua enigmática irmã, mestra adorada. Do conflito do jovem Jakob entre uma suposta grandeza de berço e a certeza de que não será nada na vida, entre o orgulho familiar e o aprendizado da humildade, Walser extrai uma das narrativas mais intrigantes do século XX. Hoje, crítica e público percebem diferentemente o parentesco que o une ao escritor tcheco: como Kafka, Walser é um mestre, modelo e fonte de inspiração para alguns dos maiores escritores do nosso tempo. “Walser é um visionário das pequenas coisas.” - W. G. Sebald “As figuras humanas de Robert Walser partilham sua nobreza infantil com os personagens dos contos de fadas.” - Walter Benjamin “Walser extrai de sua experiência o material para seus romances. No caso de Jakob von Gunten, essa experiência sofre uma maravilhosa transmutação.” - J. M. Coetzee “Seu repúdio profundo e instintivo a tudo quanto é ‘elevado’ faz de Robert Walser um poeta fundamental do nosso tempo, a quem o poder sufoca.” - Elias Canetti “É um escritor verdadeiramente magnífico e pungente.” - Susan Sontag",
  "book": {
    "title": "Jakob Von Gunten",
    "slug": "jakob-von-gunten",
    "url": "https://www.bookquiver.com/robert-walser/pt/jakob-von-gunten"
  },
  "authors": [
    {
      "name": "Robert Walser",
      "slug": "robert-walser",
      "url": "https://www.bookquiver.com/robert-walser"
    }
  ]
}
