{
  "type": "edition",
  "site": {
    "name": "The Book Quiver",
    "language": "en-US",
    "url": "https://www.bookquiver.com"
  },
  "formats": "Every page has two versions with the same data: JSON (the page address + .json) and markdown (the page address + .md). Append .json or .md to any `url` in this document.",
  "title": "BAUDOLINO",
  "subtitle": null,
  "url": "https://www.bookquiver.com/umberto-eco/pt/baudolino/9788501060266",
  "publisher": "editora_record",
  "translators": [],
  "medium": "paper",
  "duration_seconds": null,
  "narrators": [],
  "isbn": "978-85-0106-026-6",
  "pages": 460,
  "published": "2001-08-24",
  "language": "pt_BR",
  "cover": "https://quivercdn.com/covers/editora-record/umberto-eco/baudolino_978-85-0106-026-6.jpg?v=2026-06-26%2023%3A17%3A20",
  "json": "https://www.bookquiver.com/umberto-eco/pt/baudolino/9788501060266.json",
  "markdown": "https://www.bookquiver.com/umberto-eco/pt/baudolino/9788501060266.md",
  "binding": "Softcover",
  "description": "\" Porque é verdade. Mas não penses que te censuro. Se queres transformar-te num homem de letras, e, quem sabe um dia escrever Histórias, deves também mentir, e inventar histórias, pois senão a tua História ficaria monótona. Mas terás que fazê-lo com moderação. O mundo condena os mentirosos que só sabem mentir, até mesmo sobre coisas mínimas, e premia os poetas que mentem apenas sobre coisas grandiosas.\" Depois do estrondoso sucesso de O nome da Rosa, Umberto Eco - o mais importante intelectual italiano deste século - retorna à Idade Média, dessa vez para homenagear sua cidade natal, a piemontesa Alessandria. Enquanto O nome da Rosa, seu livro mais famoso, recria o clima soturno da Inquisição, BAUDOLINO gravita em torno dos prazeres da corte de Federico Hohenstaufen, conhecido como Barbarossa, à época da Terceira Cruzada. A história engloba justamente o período entre 1152 e 1204, começando com a ascensão de Barbarossa ao trono e terminando com a conquista de Constantinopla pela temida ordem dos cavaleiros templários. A trama é protagonizada por Baudolino - adolescente, criativo e mentiroso que dá título à obra - e Niceta Coniate, personagem inspirado em um historiador e orador que viveu na corte de Constantinopla. A narrativa retrocede, enquanto Baudolino conta a Niceta suas aventuras e desventuras, numa mistura de fantasia e realidade, História e faz-de-conta. Tudo isso temperado por inúmeras situações cômicas. No intervalo, Eco embaralha os seus personagens inventados e produz o mais recorrente efeito de seu texto: interferir em acontecimentos históricos conhecidos por meio de atos ou circunstâncias vividas pelos personagens fictícios. \" Através deste romance,\" explica Eco, \" releio o período medieval como fruto das invenções de um jovem.\" Numa pequena aldeia do baixo Piemonte, onde mais tarde se fundará Alessandria, Baudolino, camponês fantasioso, cai nas graças de Federico Barbarossa e se torna seu filho adotivo. Mentiroso compulsivo, Baudolino tem a sorte que só os sonhadores possuem: tudo o que inventa e cria miraculosamente produz História. Assim, ele constrói uma carta fictícia de um padre que fala sobre um reino no Oriente, governado por um cristão. A missiva impressiona até mesmo o aventureiro Marco Polo e instiga Barbarossa. Impelido por essa invenção, Federico parte em busca desse sonho. Entre monstros que habitam o inconsciente medieval - como quimeras, unicórnios e dragões -, a história sofre reviravoltas inesperadas, a cada vez que Baudolino conta um pedaço de sua vida. BAUDOLINO é uma aventura picaresca, um romance histórico no qual emergem os problemas da Itália contemporânea. Com sua narrativa fantástica, teatro de invenções lingüísticas, Umberto Eco celebra a força do mito e da utopia. Umberto Eco nasceu em Alessandria, Itália, em 1932. É professor de Semiologia na Universidade de Bolonha e dirige a revista VS. Entre suas obras ensaísticas destacam-se: Obra aberta (1962), Diário mínimo (1963), A estrutura ausente (1968), Tratado geral de semiótica (1975), Seis passeios pelo bosque da ficção (1994), Segundo diário mínimo (1990), Cinco escritos morais (1997) e Kant e o ornitorrinco (1997). Como romancista Eco publicou O nome da rosa (1980), O pêndulo de Foucaul\"\"\"\" t (1988) e A ilha do dia anterior (1994). \" Eco deixa seu virtuosismo correr livre, apoiado numa imaginação aparentemente ilimitada\" - O Estado de São Paulo",
  "book": {
    "title": "Baudolino",
    "slug": "baudolino",
    "url": "https://www.bookquiver.com/umberto-eco/pt/baudolino"
  },
  "authors": [
    {
      "name": "Umberto Eco",
      "slug": "umberto-eco",
      "url": "https://www.bookquiver.com/umberto-eco"
    }
  ]
}
