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A Sibila1 / 1
Edition · 2024-10-29 · Softcover

A Sibila

ABAgustina Bessa-Luís
2024
year of publication
272
pages
Portuguese (Portugal)
language
Softcover
cover
Publisher
relogio_dagua
ISBN-13
978-98-9783-512-4
EAN
9789897835124
Publication date
2024-10-29
Book
A Sibila · 1 edition
The publisher on this edition

Desenhos de Frederico Draw Nos 70 anos de A Sibila « Foi há dez anos que o milagre, já anteriormente preparado, teve lugar na praça pública. […] O que Sibila e a sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas este mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária.» [Eduardo Lourenço] « Há, em A Sibila, como em muitos livros de Agustina, uma implacável luta pelo poder. Mais do que uma luta de classes, menos do que uma luta de classes: a luta é entre indivíduos. Dinheiro, número de filhos, sucesso com as mulheres ou com os homens, eis alguns índices relevantes, armas nesta luta. Uma história do poder: quem sobe, quem desce. E porquê.» [Gonçalo M. Tavares] SOBRE A AUTORA: Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa nasceu no dia 15 de Outubro de 1922, em Vila Meã, Amarante. Viveu a maior parte da sua vida no Porto. Publicou o primeiro livro, a novela Mundo Fechado, em 1948, muito elogiado por Pascoaes e Aquilino. Seguiram-se, com especial destaque, os Contos Impopulares (1951-1953) e, em 1954, o duplamente premiado romance A Sibila, que, no dizer de Eduardo Lourenço, « deslocou o centro da atenção literária». Agustina iniciou então, em vertiginoso ritmo, a edição de muitas dezenas de obras percorrendo todos os géneros literários, incluindo a imprensa periódica, simultaneamente com a representação de Portugal em organismos internacionais, tais como o Congress for Cultural Freedom (1959) e a Communità Europea degli Scritori (1961/62). Tem a Laurea Honoris Causa da Università degli Studi di Roma « Tor Vergata» (2008). Foi distinguida com o grau de Officier de l’Ordre des Arts et des Lettres, atribuído pelo Governo francês em 1989. Foi Sócia Emérita da Academia das Ciências de Lisboa. Viajou e usou da palavra por quase todo o mundo. Entre outros, foram-lhe conferidos o Prémio Ricardo Malheiros (A. C. L.) 1966 e 1977, o Prémio Adelaide Ristori (Centro Cultural Italiano de Roma, 1975), o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 1983 e 2001, o Prémio Internacional União Latina 1997, o Prémio Camões 2004 e o Prémio de Literatura do Festival Grinzane Cinema de Turim 2005. « Eu considero-a com Fernando Pessoa um dos dois escritores verdadeiramente geniais que Portugal produziu no século xx, e creio que todos os outros estão muito, mas muito abaixo deles. Mais, para mim a Agustina é o maior escritor em prosa de toda a literatura portuguesa» (António José Saraiva, in António José Saraiva e Óscar Lopes: Correspondência). Morreu com 96 anos, a 3 de Junho de 2019. Frederico Soares Campos (n. 1988), mais conhecido como Frederico Draw, é um artista visual e mestre em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP). Membro do duo artístico RUÍDO e do Colectivo RUA, Frederico tem-se destacado no mundo das artes visuais, especialmente através das suas imponentes pinturas murais de grande escala. O seu trabalho foca-se essencialmente no retrato e na figura humana, explorando de forma profunda as emoções e a condição humana. As suas obras podem ser encontradas em várias cidades e países, reflectindo a sua visão única e o impacto global da sua arte.