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Na rota do desastre: Um relato da tragédia da Chapecoense1 / 1
Edition · 2026-10-19 · Softcover

Na rota do desastre: Um relato da tragédia da Chapecoense

ISIvan Sant'anna
2026
year of publication
1
pages
Portuguese (Brazil)
language
Softcover
cover
Publisher
editora_record
ISBN-13
978-85-0192-786-6
EAN
9788501927866
Publication date
2026-10-19
Book
Na rota do desastre: Um relato da tragédia da Chapecoense · 1 edition
The publisher on this edition

Em Na rota do desastre, Ivan Sant’Anna apresenta a cadeia de fatores que levaram ao acidente aéreo que marcou para sempre a história da aviação e do futebol no Brasil. Em 28 de novembro de 2016, o voo 2933 da LaMia decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com a delegação da Associação Chapecoense de Futebol rumo a Medellín, na Colômbia. O time disputaria a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, em uma das partidas mais importantes de sua história. No entanto, esse jogo não aconteceu. A poucos quilômetros do local de aterrissagem, o Aeroporto Internacional José María Córdova, o avião chocou-se com uma montanha, provocando a morte de 71 das 77 pessoas a bordo. Em Na rota do desastre, o piloto de avião e escritor Ivan Sant'Anna reconstrói detalhadamente os fatos que transformaram um voo que deveria ter sido mais uma viagem rotineira em uma das maiores tragédias da aviação e do futebol nacional. A partir de uma análise minuciosa, Ivan expõe as diversas irregularidades cometidas pela companhia aérea, como a realização de voos com combustível insuficiente, a decisão de evitar escalas para manter os subsídios do governo boliviano e a comunicação inadequada da tripulação com a torre de controle durante a situação de emergência. Com base em documentos oficiais, registros de voo e depoimentos dos sobreviventes e controladores de voo, Na rota do desastre procura explicar as causas que levaram a um acidente como esse e as lições aprendidas para que outra tragédia como essa não volte a acontecer.“Com as turbinas apagadas, o silêncio era assustador, tão atemorizante quanto o balanço constante da aeronave enquanto o voo planado prosseguia. Embora, obviamente, todos a bordo estivessem apavorados, não havia sinais aparentes de pânico nem desespero. Só alguns murmúrios de orações, que se misturavam aos estalidos da chuva batendo contra as janelas.”