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Bem-vindo: Histórias com as cidades de nomes mais bonitos e misteriosos do Brasil1 / 1
Edition · 2012-05-31 · Softcover

Bem-vindo: Histórias com as cidades de nomes mais bonitos e misteriosos do Brasil

LVLuiz Junqueira Vilela
2012
year of publication
126
pages
Portuguese (Brazil)
language
Softcover
cover
Publisher
editora_record
ISBN-13
978-85-2861-583-8
EAN
9788528615838
Publication date
2012-05-31
Book
Bem-vindo: Histórias com as cidades de nomes mais bonitos e misteriosos do Brasil · 1 edition
The publisher on this edition

Todo brasileiro, em algum momento, já se perguntou: de onde vem o estranho nome dessa cidade? Quem inventou isso? Foi baseado nessa premissa, aliada a um texto de Roberto Pompeu de Toledo, que o poeta e cronista Fabrício Carpinejar desenvolveu Bem-vindo, livro que reúne histórias fictícias sobre 10 cidades de nomes curiosos e misteriosos, como São José dos Ausentes, Espera Feliz e Saudades. Para escrever esta coletânea, o organizador reuniu grandes nomes da Literatura Brasileira: Altair Martins, Cíntia Moscovich, João Anzanello Carrascoza, Luiz Ruffato, Luiz Vilela, Lygia Fagundes Telles, Marçal Aquino, Maria Esther Maciel, Ronaldo Correia de Brito e Sergio Faraco. Com exceção da capital federal, que não poderia faltar, o livro privilegiou locais do interior, para ampliar os horizontes do verbo e atrair o viajante. “E uma vez, em 2007, escrevi em minha coluna na revista Veja sobre nomes de cidades brasileiras, distinguindo os bonitos dos feios, além de destacar os de uma misteriosa suavidade e os que trazem uma trágica lembrança. Fabrício Capinejar diz que meu texto conduziu-o à ideia deste livro. É uma honra para mim, e uma afirmação de que, assim como a guerra é assunto sério demais para ser deixado nas mãos dos generais, os nomes de cidades são assunto sério demais para ser deixado aos colunistas da imprensa.” - Roberto Pompeu de Toledo Mais uma vez Fabrício destaca-se por uma ideia original, em que teve a capacidade de reunir em uma mesma publicação grandes escritores brasileiros. Segundo Carpinejar, “mostramos que literatura não é turismo, é aventura. Quem vai não é o mesmo que volta.”