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Quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo?1 / 1
Edition · 2013-04-25 · Softcover

Quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo?

SFSaul Frampton
2013
year of publication
336
pages
Portuguese (Brazil)
language
Softcover
cover
Publisher
editora_record
ISBN-13
978-85-7432-127-1
EAN
9788574321271
Publication date
2013-04-25
Book
Quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo? · 1 edition
The publisher on this edition

O livro que aproxima o leitor dos textos clássicos de um dos maiores filósofos de todos os tempos Quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo? – Montaigne e o estar em contato com a vida, de Saul Frampton, celebra, com leveza e bom humor, a vida e a obra de Michel de Montaigne, cujos ensaios tiveram enorme impacto em figuras como Shakespeare e Orson Welles, e cujos pensamentos, ainda hoje, ferecem uma visão sem precedentes sobre a simples questão de estar vivo. O livro apresenta uma viagem pela evolução dos ensaios de Montaigne e os eventos que o inspiraram ao longo de sua vida. Um dos maiores méritos de Frampton é convidar o leitor a conhecer e a compreender as ideias do filósofo a respeito da morte, do sexo, da amizade, da natureza e, acima de tudo, do poder do comum e do banal, o valor do momento presente. Por meio dos ensaios do filósofo francês, Frampton argumenta que ele usava, muitas vezes, a escrita como terapia, colocando seus sentimentos no papel. O estilo do livro é divertido, fácil e pertinente, como quando comparado, de forma memorável, Montaigne com James Stewart, de A felicidade não se compra: “Montaigne começa a rejeitar a desesperança e a sentir a textura do tecido simples da existência.” (p.13) Michel de Montaigne aposentou-se aos 37 anos e viveu o restante da vida em seu castelo. No entanto, em vez de acalmá-lo, o ócio fez Montaigne procurar algo mais para a vida. Essa foi a origem de seus ensaios. “Excelente. Saul Frampton se sobressai em seus insights inteligentes e perspicazes.” (The Washington Post) “Esta viagem pela renascença é uma joia.” (Publishers Weekly)