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Ressuscitar mamutes (Vencedor do prêmio Oceanos 2025, Finalista do prêmio São Paulo e Semifinalista do prêmio Jabuti 2025)1 / 1
Edition · 2024-05-21 · Softcover

Ressuscitar mamutes (Vencedor do prêmio Oceanos 2025, Finalista do prêmio São Paulo e Semifinalista do prêmio Jabuti 2025)

STSilvana Tavano
2024
year of publication
120
pages
Portuguese (Brazil)
language
Softcover
cover
Publisher
grupo_autentica
ISBN-13
978-65-5928-403-0
EAN
9786559284030
Publication date
2024-05-21
Book
Ressuscitar mamutes (Vencedor do prêmio Oceanos 2025, Finalista do prêmio São Paulo e Semifinalista do prêmio Jabuti 2025) · 1 edition
The publisher on this edition

O tempo e a memória formam o eixo desta história narrada com os fios delicados da saudade, às vezes com os do arrependimento, em outras tantas com os da consciência tardia do que faz nascerem e se fortalecerem os laços familiares.<br /><br />No trajeto entre acontecimentos científicos do presente e projeções esperançosas para o futuro, a mulher madura que se revela como narradora deste romance repassa uma história familiar provavelmente comum a muitos de nós, enfrentando os conflitos, as tensões e os imensos afetos que se estabelecem entre as mulheres de um núcleo familiar em que o pai é uma figura lateral. <i>Ressuscitar passados, inventar futuros</i>: aqui, ciência e literatura viajam no tempo dos sonhos para chegar ao impossível.<br /><br />__________________________________<br><br> <i>De certos lugares, e na hora certa, é possível ver o passado e o futuro</i>, segreda Silvana Tavano. <b><i>Ressuscitar mamutes</i></b> é essa hora e esse lugar, concebidos com o presente da palavra.<br /><br />Livro-máquina do tempo, aparelho de alta precisão que conjuga número e metáfora, forma e tema, era geológica e figura de linguagem, temos aqui um híbrido de memória, ensaio e ficção composto de planos, de restos, de nuvens, letras e fósseis, mas principalmente do afeto de uma filha por uma mãe que já morreu.<br /><br />Objetos cotidianos que ficaram e lembranças são imantados da ternura, da raiva, da combinação sempre nova e sempre antiga, sempre igual e sempre diferente do que costumamos chamar de amor.<br /><br />E o amor é o de todas as filhas por todas as mães, incluindo as não humanas: as mamutes que, diz a ciência, talvez nos salvem. Pois a humanidade está em risco, e o retorno ao que já foi pode garantir o que virá. Assim, com a ponta do pé já de frente para o abismo, Silvana encara a esperança e a desesperança; o sentido e a falta dele; e percebe que a mãe é também ela própria. [...] <br /><b><i>Natalia Timerman</i></b>