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Átila: O fim do mundo virá do leste (Vol. 1)1 / 1
Edition · 2009-10-14 · Softcover

Átila: O fim do mundo virá do leste (Vol. 1)

WNWilliam Nappier
2009
year of publication
448
pages
Portuguese (Brazil)
language
Softcover
cover
Publisher
editora_record
ISBN-13
978-85-0108-115-5
EAN
9788501081155
Publication date
2009-10-14
Book
Átila: O fim do mundo virá do leste (Vol. 1) · 1 edition
The publisher on this edition

Seu nome entrou para a história como sinônimo de pilhagem e barbárie. Lembrado como o paradigma da crueldade e da rapina, Átila, rei dos hunos e flagelo de Deus, foi um dos maiores inimigos do Império Romano Ocidental — esteve a ponto de tomar Roma — e do Oriental — sitiou Constantinopla. Suas glórias coincidiram com o declínio desse vasto domínio. E apressaram sua queda. Mas quem foi esse impressionante guerreiro? O líder que trouxe do Leste o fim do mundo conhecido? Em Átila, primeiro volume da série homônima, William Napier — saudado com um dos melhores escritores contemporâneos de ficção histórica — recria a trajetória desse chefe. Um homem que reuniu sob uma só bandeira um vasto clã de tribos desordenadas. E ousou, a cavalo e a flechadas, estabelecer uma nova ordem mundial. Último e mais poderoso governante de seu povo, alargou as fronteiras de seu império: da Europa central até o Mar Negro. Do Danúbio até o Báltico. Neste volume, Napier nos leva até o início do século V. Roma está à beira do abismo. O grande império que regeu o mundo ocidental por doze séculos gloriosos encontra-se perigosamente vulnerável. As enormes tribos bárbaras de vândalos e visigodos estão se reunindo em suas fronteiras. Os piores rumores dizem respeito aos hunos. E agora eles têm um novo líder, Átila. Só há um homem capaz de se opor a ele: Aécio, o grande general romano, também conhecido como “o último dos romanos”. Em Átila, dois mundos se confrontam e, com eles, dois homens que personificam seus valores e sua essência. Átila vê mais em seu povo do que a força da pilhagem. E sonha em realizar grandes feitos. Aécio personifica o melhor e o pior de uma Roma moribunda. Sua motivação é inabalável: é preciso que os romanos continuem o centro do mundo civilizado. Duas perspectivas diferentes do destino, defendidas pelos dois homens mais poderosos de seu tempo.