- 2026
- year of publication
- 192
- pages
- Portuguese (Brazil)
- language
- Softcover
- cover
- Publisher
- Companhia das Letras
- Translation
- Fernanda Abreu Tanure
- Original title
- Pirate enlightenment, or the real libertalia · English
- ISBN-13
- 978-85-3594-497-6
- EAN
- 9788535944976
- Publication date
- 2026-07-14
- Book
- Iluminismo pirata · 1 edition
Coautor de O despertar de tudo, David Graeber produz uma análise original sobre o possível primeiro experimento político iluminista, quando, em uma ilha de Madagascar, colonos viveram um período de democracia radical sob os princípios igualitários que regiam os navios. Os piratas povoam o imaginário como símbolos de risco, ilegalidade e liberdade — mas suas sociedades reais foram ainda mais complexas. Entre 1989 e 1991, o antropólogo David Graeber realizou um trabalho de campo em Madagascar e entrou em contato com os zana-malata, grupo que se reconhece como descendente de piratas caribenhos estabelecidos na ilha entre os séculos XVII e XVIII. Neste livro, Graeber parte dessa experiência e propõe uma nova leitura do Iluminismo. Com seu estilo provocador, o antropólogo investiga como práticas sociais dessas comunidades, muitas vezes igualitárias e protodemocráticas, influenciaram ideias políticas que costumam ser atribuídas exclusivamente às discussões europeias. Iluminismo pirata questiona narrativas tradicionais sobre a origem do pensamento ocidental e amplia o debate sobre liberdade, organização social e poder. Misturando história, antropologia e narrativa de aventura, o livro revela um passado humano surpreendente — povoado por revoltas, batalhas navais e encontros culturais — e nos convida a repensar o que desejamos para o nosso futuro. “Uma releitura notoriamente radical da história, que põe os experimentos sociais e políticos dos piratas no centro do iluminismo europeu. Um brilhante complemento ao best-seller O despertar de tudo ”. Amitav Ghosh “Graeber trata pessoas comuns, em especial as mulheres, como pensadoras, criadoras e agentes da história. Sua teoria e seus métodos são tão democráticos e igualitários quanto a cultura que estuda.” Marcus Rediker
