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Vozes esquecidas da Primeira Guerra Mundial1 / 1
Edition · 2011-06-15 · Softcover

Vozes esquecidas da Primeira Guerra Mundial

MAMax Arthur
2011
year of publication
400
pages
Portuguese (Brazil)
language
Softcover
cover
Publisher
editora_record
ISBN-13
978-85-2861-508-1
EAN
9788528615081
Publication date
2011-06-15
Book
Vozes esquecidas da Primeira Guerra Mundial · 1 edition
The publisher on this edition

Uma nova história contada por homens e mulheres que vivenciaram o primeiro grande conflito do século XXA Primeira Guerra Mundial é um dos episódios mais marcantes na história da Humanidade. Imagine esse conflito narrado não por um estudioso, mas pelas pessoas que o vivenciaram e sofreram durante muitos anos. Tais relatos estão contidos em Vozes Esquecidas da Primeira Guerra Mundial, de Max Arthur, em associação com o Museu Imperial de Guerra britânico. A ideia do livro surgiu em 1972, quando acadêmicos e arquivistas do museu começaram a procurar homens e mulheres que tinham sobrevivido à Primeira Guerra Mundial. Vozes Esquecidas traz depoimentos dessas pessoas e de veteranos que lutaram por seus países. O livro, com introdução de Sir Martin Gilbert, apresenta depoimentos de todos os tipos de cidadãos: soldados, costureiras, estudantes, políticos, dentre outros, e muitas fotos. Os capítulos estão divididos pelos anos da guerra (1914-1918). É curioso e angustiante notar a diferença dos relatos do começo e do fim do livro: antes, esperança e certeza de um conflito rápido; depois, medo e incerteza quanto à sua duração.“Impressionante antologia das experiências relatadas pelas testemunhas do horror e das torpezas, da compaixão e do terror do abominável conflito mundial.” (The Herald)“Esta história oral — pessoas idosas incentivadas a gravar suas memórias — abre novas perspectivas no campo das pesquisas social, política e militar... Vozes Esquecidas extrai do arquivo de som do Museu Imperial de Guerra a crônica da Primeira Guerra Mundial como esta nunca foi contada: por meio da vívida lembrança dos homens nas trincheiras.” (The Times)