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Recordações da minha inexistência1 / 1
Edition · 2021-02-22 · Softcover

Recordações da minha inexistência

RSRebecca Solnit
Translation
Isa Mara Lando
2021
year of publication
264
pages
Portuguese (Brazil)
language
Softcover
cover
Publisher
Companhia das Letras
Translation
Isa Mara Lando
Original title
Recollections of My Non-Existence · English
ISBN-13
978-85-3593-359-8
EAN
9788535933598
Publication date
2021-02-22
Book
Recordações da minha inexistência · 1 edition
The publisher on this edition

Neste livro de memórias, a autora de Os homens explicam tudo para mim e A mãe de todas as perguntas narra sua formação como escritora e feminista — e de que modo conquistou voz em uma sociedade que prefere silenciar as mulheres. “Ser uma jovem mulher significa enfrentar a sua própria aniquilação de maneiras inumeráveis”, escreve Rebecca Solnit nas primeiras páginas deste volume. A partir dessa constatação, a autora de A mãe de todas as perguntas reconstitui sua formação na Califórnia da era do punk e da pós-contracultura, rememorando desde o assédio e a violência que sofria na vida cotidiana e nos círculos intelectuais até as forças que a libertaram e a incentivaram a batalhar por mudanças. Narrado com a perspicácia que fez de Solnit uma das mais brilhantes escritoras de não ficção da atualidade, este livro é um testemunho dos avanços do movimento feminista nas últimas décadas e da luta contra as opressões — silenciosas e escancaradas — a que as mulheres estão sujeitas todos os dias. “Uma das mulheres mais inteligentes que eu conheço.” — Emma Watson “Solnit me ensinou que o ativismo é poético. Sua prosa é tão clara e revigorante quanto bela. Em Recordações da minha inexistência , ela nos conduz através dos sonhos e cantos sombrios de sua vida. Cada passagem é uma revelação, idiossincrática e universal, da violência cotidiana de habitar um corpo feminino e do apagamento diário que ocorre em nossa sociedade. Inabalável, ela ilumina o caminho, mostrando sua experiência e suas opiniões, para que outras possam alcançá-la e encontrar esperança.” — Florence Welch