Jerusalém
SMSimon Sebag Montefiore- Translations
- George Schlesinger, Berilo Vargas Vargas
- 2013
- year of publication
- 832
- pages
- Portuguese (Brazil)
- language
- Softcover
- cover
- Publisher
- Companhia das Letras
- Translation
- George Schlesinger, Berilo Vargas Vargas
- Original title
- Jerusalem - the biography · English
- ISBN-13
- 978-85-3592-247-9
- EAN
- 9788535922479
- Publication date
- 2013-04-08
- Book
- Jerusalém · 1 edition
Até a descoberta da América e o desenvolvimento das modernas técnicas de cartografia, os mapas-múndi circulares desenhados pelos povos cristãos tinham como centro geométrico as coordenadas de Jerusalém. Esse fato dá uma medida da enorme importância política e espiritual por eles atribuída ao palco histórico do drama da paixão, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo. Do mesmo modo, os judeus consideram essa cidade milenar - que acolheu o Templo de Salomão e é a atual sede do governo israelense - o centro de sua vida espiritual e temporal, bem como o cenário do futuro advento do Messias e do fim dos tempos. Por sua vez, os muçulmanos acreditam que, durante sua ascensão celestial, Maomé visitou Jerusalém montado em seu cavalo alado, tornando-a um centro incontornável do culto islâmico. A sobreposição dessas três grandes religiões no mesmo espaço apinhado das ruelas da cidade antiga tem ocasionado inúmeros relatos de milagres e outros acontecimentos prodigiosos ao longo dos séculos - e, do mesmo modo, infindáveis conflitos em torno do controle do acesso aos lugares sagrados. Neste livro monumental, indispensável para a compreensão de boa parte da história do mundo nos últimos três milênios, o historiador britânico Simon Sebag Montefiore explica como e por que peregrinos, místicos, reis, guerreiros e políticos têm disputado entre si o privilégio de possuir essa cidade-símbolo da religiosidade monoteísta. “Impossível parar de ler.” - New York Times Book Review “Já é um clássico [...]. Montefiore escreve com verve, sensibilidade e um olho afiado para detalhes históricos divertidos.” - Financial Times
